Categoria: Cotidiano (Página 2 de 4)

Saúde na Escócia: Como enfrentamos alguns problemas de saúde em Aberdeen

Uma das minhas maiores preocupações, que me gerava muita angústia ao mudarmos de país, era de como seríamos atendidos em caso de problemas de saúde. Essa questão se multiplicou por mil com uma criança de 1 ano de idade. Meu marido acha que eu exagero, penso sempre no pior. Concordo em parte, pois é verdade que como já presenciei muita coisa, casos muito graves, situações dramáticas e complexas, além de ter estudado, de uma maneira geral, doenças e suas complicações… sim, eu vejo o lado pior. Discordo do fato de achar que não se deve pensar nisso. O fato é que adoecemos, e algumas vezes de forma inevitável. Sofremos acidentes. Nosso corpo, em algum momento, padece. E nesse contexto de doença, o ser humano se enfraquece, se apequena, se fragiliza. Precisamos de ajuda. Nem sempre bolsa de água quente, chá e repouso resolvem. E não conhecer como essa ajuda a acontece pode ser desesperador.

Por exemplo,

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Festa de aniversário infantil na Escócia

Meu artigo do mês para o Portal Brasileiras pelo Mundo, explicando como são as festinhas por aqui:

http://www.brasileiraspelomundo.com/escocia-festas-de-aniversario-infantis-na-escocia-481457527

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Post Fitness: Como mantenho a forma na Escócia.

Uma das perguntas que eu nunca soube responder, sobre a vida na Escócia, é sobre opções de exercícios físicos. As pessoas querem saber se aqui existe academia, aula de zumba, natação, spinning, quanto custa, como funciona, etcs. Só que eu moro em um vilarejo de mil habitantes que não tem nem mercado, então sempre respondo, brincando, que minhas únicas opções, por aqui, são nadar no mar ou arremessar troncos, no melhor estilo Highlander Games.  Eu adoro nadar, mas guardo a minha coragem de entrar na água congelante para o Hogmanay. E arremessar troncos não faz bem o meu estilo.

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Boas razões para visitar a Catedral de Aberdeen

1. Fica no coração da cidade

Após chegarmos em Aberdeen, passaram-se duas semanas para eu me recuperar do choque inicial e para que o tempo ficasse firme o suficiente para eu criar coragem para ir caminhando até o centro da cidade. Um dia frio, mas bastante ensolarado, dia 25 de dezembro de 2015. O nosso destino era caminhar pela Union Street, a grande avenida da cidade. Ao entrarmos nela, logo nos deparamos com um enorme pórtico de granito, com árvores muito altas, que naquela época de inverno, encontravam-se desnudas. Ao fundo, a catedral (aqui chamada The Mither Kirk ou The Mother Church) da cidade, a Kirk of Saint Nicholas, com as típicas torres pontiagudas de estilo gótico. O jardim, que as pessoas ocupam como praça, era algo peculiar: um cemitério!

Foto: Silvia Garofallo

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O dia em que encontrei um xenófobo…

Eu sei que o título é forte, mas adianto que tudo acabou bem. Aliás, tão bem, que eu até pensei em nem relatar isso aqui mas, afinal, foi algo que aconteceu aqui, na minha vida na Escócia, e faz parte do rol de riscos que todo estrangeiro corre: ser julgado/hostilizado por ser de fora.

Eu nunca me senti diferente por ser estrangeira. Aliás, a não ser no Peru, onde eu não conseguia caminhar pelas ruas sem que vários taxis buzinassem (oferecendo o serviço, por deduzirem que eu era turista). Pode ser que a minha aparência, que por lá fazia com que soubessem que eu não era peruana, tenha me ajudado a passar despercebida nos outros lugares onde morei.

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Escócia – Como os escoceses tratam os animais

Meu texto de abril para o portal Brasileiras pelo Mundo:

Escócia – Como os escoceses tratam os animais

 

De carro pelas Highlands: um passeio e muitas reflexões

[Escrito em conjunto por: Silvia Bueno Garofallo e Nicola Chiarelli Garofallo]

Sempre gostei de viajar de carro.

Na minha infância, para sair de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul, todas as viagens representavam longos passeios.

Para a minha natureza canceriana contemplativa, olhar pela janela do carro me trazia, e ainda me traz, momentos de paz. Começo a mentalmente comparar aquela experiência a todas situações da vida. Nas viagens, sempre vamos em frente. Vislumbramos lindas paisagens, o horizonte… onde, impreterivelmente chegaremos, passaremos e, depois, deixaremos para trás. E o deixar para trás não tira a beleza da viagem. Tudo passa. Inclusive o belo, inclusive o desejado. Sim…uma hora chegamos ao destino, mas muitas coisas ficaram para trás. Desapegamos. Não podemos segurar.

E assim eu fui, muito entusiasmada, pois sabia que teria meu momento de meditação rumo às Highlands, ponto turístico

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A saga da carteira de motorista

Quando eu tinha 17 anos, eu estudava nos Estados Unidos, e tirei uma carteira de motorista de lá. Lembro que passei de primeira no exame teórico, mas rodei no prático porque não olhei por cima do ombro na hora de trocar de faixa. Passei na segunda tentativa, e acabei usando essa carteira americana por muito tempo, mesmo no Brasil. Só aos 20 anos eu fiz a carteira de motorista brasileira. Passei de primeira em ambos os testes, e lembro que foi muito tranquilo. E, essa semana, com …. err….. pouco mais de 30 anos (vamos deixar assim) eu finalmente cheguei ao fim da Odisseia que foi tirar a carteira de motorista do Reino Unido. Desses 3 países, achei o teste daqui o mais rigoroso.

Quem vem do Brasil, tem que fazer

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Dez observações despretensiosas sobre moda e beleza em Aberdeen

Não que eu seja do tipo super ligada em moda e tendências, pelo contrário, me dei conta que desligar um pouco dos apelos estéticos pode ser libertador… e essa foi uma, das muitas, experiências aqui na Escócia.

1- Roupas adequadas

Primeiramente me dei conta, obviamente, que minhas roupas de inverno gaúchas não enfrentavam o vento escocês. Sentia tanto frio, que eu procurava roupas olhando o seu avesso: “Tem pelinho? Fleece? Pena de ganso? Esquenta de verdade?” … mas devo confessar que com as minhas primeiras peças não cheguei ao resultado esperado de não sofrer com aquele ar gelando os ossos… foram muitas toucas, luvas, meias, pantufas, em aquisições desesperadas e não satisfatórias.
Pouco a pouco fui abandonando a elegância e buscando conforto. Devo confessar que fui um pouco além do que deveria…. mas agora saio bem alegre pelas ruas de Aberdeen. Investi num casaco bem quente, à prova de água e vento, coloco minha touca de lã forrada que cobre as orelhas, uma manta tipo gola de lã com pelinho dentro, luvas de couro, calça de lã e botas… ufaaa…

2- Acessórios

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É preciso uma vila…

Texto que escrevi para o portal Brasileiras pelo Mundo:

Escócia – É preciso uma vila para criar uma criança

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